Escrevendo artigos científicos

A Tradupoints preparou para você, acadêmico, um infográfico com dicas para uma boa escrita científica. Baixe e compartilhe com seus colegas e… boa publicação!

Artigoscientficos (3)Revisamos elaboramos textos em português e inglês para garantir que o idioma seja empregado corretamente e que os termos da área estejam bem aplicados. Fazemos com que seu texto esteja perfeitamente estruturado segundo melhores práticas da escrita nas áreas científica, técnica, literária, médica, jurídica, entre outras.

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Um banco de palavras indispensáveis para escrever artigos acadêmicos em inglês

Escrever um artigo acadêmico em inglês não é tarefa fácil, mesmo para os pesquisadores mais fluentes.
A boa escolha de palavras e estruturas faz o mais complexo trabalho acadêmico ser compreendido com mais facilidade e prende o leitor até o final, ditando bom ritmo e proporcionando uma leitura fluida e prazeirosa.
O pequeno guia elaborado pela Tradupoints pode ajudar.

Baixe, use e compartilhe com seus colegas mais essa dica!

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#academicwriting #mestrado #doutorado #inglês #English #wordbank

3 regras de ouro para publicar sua tese em forma de artigos

3 regras de outro artigo científico escrita acadêmica

Esse texto é dedicado a você que passou meses, anos trabalhando sua tese ou dissertação de centenas de páginas.

Dependendo das diretrizes da instituição em que você concluir seu Mestrado ou Doutorado, deve publicar um número específico de artigos ou precisa produzir um mega-livro que é sua dissertação ou tese. Cada universidade faz uma exigência mas, na maioria das vezes, é uma tese ou uma dissertação que fecha todo o processo com chave de ouro e nos trás aquela sensação de dever cumprido e, de quebra, uma sensação de que conquistamos o mundo. Continuar lendo

Como a língua materna afeta nossa maneira de pensar?

A Tradupoints faz parte do time que legenda as palestras do TED, as famosas TED Talks. Um artigo de seu blog em particular nos chamou muito a atenção e decidimos adaptar seu texto para publicação aqui no Blog da Tradupoints.

Você tem ideia do quanto sua própria língua pode influenciar seu comportamento? É possível que pessoas cujas línguas maternas sejam outras possam ser influenciadas pelos idiomas que falam de modo tão diferente do seu (sim, o seu mesmo, o português), pelo simples fato da língua poder proporcionar esse entendimento extra e a sua não? Permita que expliquemos melhor:

mundo da fala

Keith Chen pode até ser economista, mas a paixão dele são as línguas. Por exemplo, ele diz que, em chinês, se dizemos algo como “esse é meu tio”, a descrição somente com o uso essas palavras não quer dizer muito, pois é necessário que mais coisas sejam ditas para que se explique melhor quem é esse tio: se é tio por parte de pai ou mãe, se é mais velho ou mais novo, se é relacionado por casamento ou de sangue.

Isso fez com que pensasse o seguinte: será que existe uma conexão entre a língua e como pensamos e nos comportamos? Ou ainda: será que nossa língua afeta nossas decisões econômicas? Seus questionamentos geraram um estudo (em inglês) que investigou como nossa língua pode afetar a habilidade individual de poupar para o futuro. Segundo o que apurou, nossa língua nos afeta sim no modo como age nosso “espírito poupador”.

Enquanto no inglês e no português (denominadas “línguas-futuro”) existem diferenças temporais como presente, passado e futuro, em idiomas como o chinês (denominada “sem futuro”), as frases utilizadas para expressar eventos  de ontem, hoje e amanhã são as mesmas.

Usando um vasto inventário de informações e análise meticulosa, Chen descobriu que diferenças econômicas enormes acompanham essa discrepância linguística. Falantes de línguas sem futuro têm uma tendência 30% maior de poupar do que falantes de línguas-futuro. Segundo Chen, quando falamos sobre o futuro diferenciando-o do presente, ele parece estar mais distante e, assim, ficamos menos motivados a poupar dinheiro. A palestra TED Talk dele pode ser vista nesse link. Mas isso é só o começo!

Veja abaixo algumas das pesquisas atuais sobre a influência comportamental e psicológica que a língua materna exerce em seus falantes nativos:

  • Navegação e os Pormpuraawans:

Em Pormpuraaw, uma comunidade aborígene na Austrália, não se faz menção à localização de um objeto utilizando “esquerda” ou “direita. Usam “nordeste” ou “sudeste”, ou seja, são mais específicos e mais detalhistas, segundo a professora de psicologia e especialista em conexão linguistico-cultural de Stanford, Lera Boroditsky. Aproximadamente um terço das línguas faladas no mundo discutem o espaço em termos absolutos em vez de termos relativos, o que os torna mais orientados  com senso de direção mais desenvolvidos. Continuar lendo

Quem quer aprender MESMO encontra conhecimento, sempre.

Quem gosta de literatura sabe que nem sempre é possível ter acesso presencial às aulas e conteúdo pelo qual mais se interessa…livros

Alunos em busca de conhecimento para prestar vestibular, estudantes de Letras, Tradução, professores ou simplesmente os que admiram a arte da boa escrita… todos agora podem tirar proveito de aulas interessantíssimas que, num cenário normal, seriam muito difíceis de assistirmos ao vivo e em cores. Já pensou que privilégio seria assistir a uma aula em Yale, por exemplo? Não fiquem mais com vontade… veja como a internet tornou isso possível! Continuar lendo

Erros de tradução que mudaram a História – Parte 3

Na última postagem da série de erros de tradução inspirados na publicação da BBC Cultura, a Tradupoints mostra que até mesmo governantes, ministros, presidentes, premieres e chancelers podem ser vítimas de encrencas sem precedentes ao receberem prestação de serviço de má qualidade, o que pode comprometer a credibilidade de um país inteiro. Uma boa escolha pode definir o rumo da História!

A Tradupoints adaptou o texto e disponibilizou aqui no blog para você. Conheça agora mais uma dessas histórias incríveis:

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Erros de tradução que mudaram a história – Parte 2

Continuando com a série de erros de tradução publicados pela BBC Cultura, a Tradupoints mostra que até mesmo presidentes correm o risco de receber assessoria de má qualidade, o que pode comprometer a credibilidade de um país inteiro.

A Tradupoints adaptou o texto e disponibilizou aqui no blog para você. Conheça agora uma dessas histórias incríveis:

Jimmy Carter sabia como prender a atenção do público.

O Presidente considerado o pior que os EUA já tiveram conseguiu, na ocasião, piorar ainda mais sua fama por conta da série de erros que seu intérprete cometeu, comprometendo bastante sua viagem diplomática.

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Em um discurso que fez durante sua visita à Polônia em 1977, ele pareceu expressar desejo sexual pelo país, comunista, na ocasião. Ou, pelo menos foi isso que disse seu intérprete. Acontece que Carter havia dito que queria saber mais sobre ‘os desejos dos poloneses para o futuro’ e o intérprete responsável por transmitir a mensagem errou na interpretação da palavra desire (desejo sim… sexual ou não, mas tudo vai do contexto que, no caso, passava longe de ser sexual…).

Conquistando um lugar na história, seu intérprete transformou um ‘saí dos EUA hoje de manhã’ em um ‘saí dos EUA para nunca mais voltar’. De acordo com a revista Time, até mesmo uma declaração inocente de Carter dizendo-se feliz por estar na Polônia se tornou um ‘feliz por agarrar-se às partes íntimas da Polônia’. Claro que essa última foi uma piada motivada pela primeira gafe, mas depois disso as piadinhas não pararam mais.

Sem nenhuma surpresa, o Presidente depois trocou de intérprete e seguiu para um banquete de Estado mais tarde, na mesma viagem – mas seus problemas não acabaram por aí. Depois de dizer a primeira frase no discurso do brinde que propôs, Carter pausou a fala e encontrou o silêncio. Após outra frase de seu discurso, novamente foi acompanhado do silêncio. O novo intérprete, que não conseguia entender o inglês do Presidente, havia decidido que a sua melhor política seria ficar quieto. Ao final da viagem, Jimmy Carter havia se tornado o remate de muitas piadas polonesas.

Se você gostou, pode também acessar o link original da matéria da BBC Cultura aqui.

Uma tradução de qualidade poderia ter evitado tanto mal-entendido.

Para sua tradução sair ‘como manda o figurino’, conte conosco!

Um abraço da equipe Tradupoints!

Erros de tradução que alteraram a história – parte 1

A BBC Cultura publicou essa semana um artigo que volta no tempo e nos trás alguns erros de tradução que mudaram o curso de nossa história.

A Tradupoints adaptou o texto e disponibilizou aqui no blog para você. Conheça agora uma dessas histórias incríveis:

Vida em Marte:

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Quando o astrônomo italiano Giovanni Virginio Schiaparelli começou a mapear Marte em 1877, deflagrou uma história de ficção científica sem querer. O diretor do Observatório Brera em Milão apelidou as áreas claras e escuras da superfície do planeta como ‘continentes’ e ‘mares’ – nomeando o que ele achava que eram canais (como em canais d’água naturais, channel) com a palavra italiana ‘canali’. Lamentavelmente, seus colegas traduziram ‘canali’ como canais (como em aquedutos, canais artificiais, canal), lançando a teoria de que estes foram criados por vida e forma inteligente em Marte.

Convencidos de que os canais artificiais eram reais, o astrônomo americano Percival Lowell mapeou centenas deles entre 1894 e 1895. Nas duas décadas seguintes, publicou três livros sobre Marte com ilustrações do que ele julgou serem estruturas artificiais construídas por uma raça brilhante de engenheiros. Em A Guerra dos Mundos, que apareceu primeiro como uma série em 1987, H. G. Wells descreveu uma invasão à Terra feita por Marcianos mortíferos e lançou um subgênero de ficção científica. ‘Uma Princesa de Marte’, um romance de Edgar Rice Burroughs publicado em 1911, também relata uma civilização marciana em decadência, usando a nomenclatura de Schiaparelli para descrever o planeta.

Ao mesmo tempo em que os canais artificiais foram um produto da língua e de uma imaginação fervorosa, os astrônomos hoje concordam que não há canal artificial algum na superfície de Marte. De acordo com a NASA, ‘A rede de linhas entrelaçadas cobrindo a superfície de Marte era somente um produto da tendência humana de enxergar figuras mesmo quando eles não existem. Quando olhamos para um grupo pouco nítido de manchas escuras, o olho tende a conectá-las com linhas retas.’

Se você gostou, pode também acessar o link original da matéria da BBC Cultura aqui.

Uma tradução de qualidade poderia ter evitado tanto mal-entendido.

Para sua tradução sair ‘como manda o figurino’, conte conosco!

Mas…. será que existe vida em Marte?

Um abraço da Tradupoints para você!

O que Oxalá e Alá têm em comum?

Brasil arabeOxalá e Alá, para nós brasileiros, são divindades. Oxalá, uma divindade do Candomblé e da Umbanda;  e Alá, Deus no Islamismo.

Mas sabia que a palavra Oxalá tem sua origem na língua árabe? 

A palavra oxalá, na língua portuguesa, além de no Candomblé e da Umbanda, é usada para expressar esperança por algo, por exemplo, “Oxalá, que chova em São Paulo.”

No vídeo abaixo, o uso da palavra Oxalá como expressão de esperança:

Veja que é o mesmo que se usa em árabe com a expressão de esperança por algo. Diz-se “Insha’Allah!”, o que significa ‘se Deus quiser”, ‘se Alá quiser’.

No vídeo abaixo, uma música de evocação paquistanesa moderna:

Durante cerca de oito séculos a Península Ibérica foi ocupada por povos bárbaros e árabes. Este período, assim como outros no decorrer da História, trouxe contribuições da língua árabe para a língua portuguesa. Provavelmente esta seja a maior contribuição não-latina para o vocabulário português.

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Mais de 10 termos para falar sobre falta d’água em inglês

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O verão (summer) está aí e estamos consumindo mais água (water) e energia (energy) do que nunca. E a chuva (rain) não está sendo suficiente para que tenhamos água e energia o bastante para tanta demanda.

Para poder praticar seu inglês e debater sobre o tema do racionamento de água e energia sem fazer feio, conte com as dicas de vocabulário da Tradupoints e arrase!

Um vocabulário vasto torna seus textos e conversas mais ricos. Usar somente water e rain em sua conversa? Nunca mais!

Veja só:

  • tap (torneira) / faucet (torneira) – “Drinking tap water is very common in the US but not in Brazil, where filters are mostly used.”
  • do the dishes (lavar a louça) – “We all should be very fast doing the dishes in order to save water.”
  • do the laundry (lavar as roupas) – “We strongly recommend that you do the laundry in large loads in order to save energy and water.”
  • clean the gutters (limpar as calhas) – “If you clean the gutters frequently, you will be able to collect water in barrels for later use.” Continuar lendo